A boêmia me afeta, como se fosse um veneno com gosto de xarope.
Eu escrevo sob a lucidez embriagada de um pavão em movimento, como se fosse a última coisa a se fazer na face desta terra translúcida e suada.
Leio mensagens instantâneas de malícia. Faço textos sobre amor. Tenho amores.
Produzo composições onde você é um personagem fictício e implícito. Que não existe para ninguém, exceto para mim. Não sei se prefiro te ver lendo isto ou quero te ter ao meu lado, me ajudando colocar as palavras numa ordem desconexa.
Por fim, reflito sobre a paixão, o carinho, a rejeição. E deixo o álcool corroer o que eu tenho ruim.
"E que amanhã um texto decente abençoe os desocupados que me procuram."
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