Vamos encarar. As coisas acabam.
Em pleno fevereiro, vemos nossas férias acabarem.
Namoros acabam, não interessa o quanto tempo durem.
A vida, desculpa ser estraga-prazeres, ela também acaba.
Mas isso interessa? Será que em nossa existência passageira devemos pensar em quando as coisas vão acabar?
O motivo é irrisório. O que importa é que essa efemeridade, essa sensação de que as coisas não são infinitas, imortais e intermináveis, é o que dá razão a se arriscar.
Afinal, viver não é se arriscar? Amar não é se arriscar?
Não sejam mesquinhos, senhoras e senhores. As coisas vão acabar. Mas não devem ser esquecidas.
Nunca.
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