...a gente nunca quer lembrar.
É, todo mundo diz que é "inesquecível", uma "experiência única", etc. E realmente, estamos todos de acordo com isso.
Mas no final, é aquela falta de maturidade, aquele medo do desconhecido que faz com que as coisas provavelmente dêem errado. Eu não conheci esse tal de Murphy, mas ele era um cara bem sagaz, convenhamos.
* * * *
Por outro lado, temos aquele gostinho de quero mais.
Sabe aquela pressãozinha no fundo do estômago que te deixou enjoado? Você não tem mais na segunda vez.
Aquele suor frio correndo no meio das suas costas, na hora que você ia falar, que consequentemente atrapalha na articulação das suas idéias geniais? Sim, você queria ter tido mais disso na próxima tentativa.
E o cuidado? A atenção redobrada? A sensação de que qualquer deslize, qualquer erro, qualquer mínimo descuido pode ser fatal? Acho que é isso que falta nas coisas, o sentimento de fatalidade constante, de que tudo vai dar merda, com o perdão da palavra chula - mas que quase sempre dá, independentemente do esforço aplicado.
E isso é ótimo, é excelente, é uma coisa divina, inexplicável, incoerente até.
"Um jogo sem perigos, é um jogo chato." Anônimo... tá, eu que inventei isso agora.
Vamos ver se dessa vez, a primeira vez seja igual as outras seguidas vezes que eu pretendo escrever aqui.
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